Cuidados
durante a gestação de éguas: os primeiros 60 dias são os mais críticos
Os
primeiros 60 dias da gestação são os mais críticos e, por essa razão, as éguas
gestantes devem ser submetidas a um regime sem estresse.
Finalizando a estação de monta, é chegada a hora de cuidarmos das éguas que se tornaram gestantes. Tudo se inicia pelo manejo geral da propriedade, onde os animais devem ser alojados em piquetes e divididos por categorias, onde uma delas será as de éguas prenhas. Essa atitude é importante para podermos manter uma qualidade nutricional adequada para esses animais, que, a partir de agora, passam a levar um potro em seu ventre e o mesmo também precisará de uma demanda energética para o seu bom desenvolvimento. Com isso, o piquete destinado a esse lote de animais deve ser com boas dimensões, capim de excelente qualidade, sal mineral, água disponível à vontade, limpa e em suficiente quantidade para o número de animais.
Os primeiros 60 dias da gestação são os mais críticos e por essa razão essas fêmeas devem ser submetidas a um regime de “zero estresse”, ou seja, tentar evitar nesse momento falta água, por menor que seja o período, troca de ração, transporte, intensa movimentação próximo ao local onde estejam, entre outros.
O acompanhamento médico veterinário deve ser mensal, através de exames clínicos e ginecológicos, principalmente através da ultrassonografia com o objetivo de monitorar essa gestação. Esse exame é importante, pois poderá detectar uma morte embrionária, que é considerada até 40 dias de gestação ou mesmo um aborto que ocorre após essa data. Atualmente a incidência detectada de morte embrionária entre 12 e 40 dias de prenhez esta´ na ordem de 10 a 15% para éguas jovens e de 20 a 30% para éguas idosas (mais de 21 anos).
Quanto ao manejo profilático nesse grupo de éguas gestantes, é fundamental salientar a importância do controle de ecto e endoparasitas, porém para isso é de extrema necessidade a consulta de um médico veterinário especialista para o uso de produtos no período correto e que não sejam prejudiciais a gestação, pois muitos podem causar aborto. Quanto à vacinação, antes de se tornarem gestantes, as éguas devem estar protegidas contra a raiva. Durante a gestação recomenda-se a vacinação contra o vírus do aborto equino (herpesvírus) seguindo o protocolo que é ao quinto, sétimo e nono mês de gestação. E um mês antes da previsão do parto, as éguas devem ser vacinadas contra influenza, encefalomielite e tétano.
O período de gestação nos equinos é de 11 meses, mais precisamente 330-340 dias a contar-se da ovulação da égua, podendo antecipar ou atrasar por alguns dias. Geralmente éguas de primeira cria tendem a antecipar essa data. Chegando próximo de um mês antes do parto, é aconselhável que essas éguas sejam alocadas em piquetes-maternidades, que tenham passado por um vazio sanitário para evitar algum tipo de contaminação, e que esse, seja alternado de ano para ano. Outra opção é o parto em cocheiras, onde da mesma forma essa deve estar desinfetada para receber essa gestante. O tamanho padrão de baia para o parto é de 4 x 4 metros.
Então se mantemos a égua em um regime de estresse zero, isso incluir não deixa faltar água mesmo que seja por períodos pequenos ,troca de ração ,transporte e muita movimentação podemos minimizar os problema durante a gestação assim chegando ao final da gestação com nascimento de potros saudáveis.
Finalizando a estação de monta, é chegada a hora de cuidarmos das éguas que se tornaram gestantes. Tudo se inicia pelo manejo geral da propriedade, onde os animais devem ser alojados em piquetes e divididos por categorias, onde uma delas será as de éguas prenhas. Essa atitude é importante para podermos manter uma qualidade nutricional adequada para esses animais, que, a partir de agora, passam a levar um potro em seu ventre e o mesmo também precisará de uma demanda energética para o seu bom desenvolvimento. Com isso, o piquete destinado a esse lote de animais deve ser com boas dimensões, capim de excelente qualidade, sal mineral, água disponível à vontade, limpa e em suficiente quantidade para o número de animais.
Os primeiros 60 dias da gestação são os mais críticos e por essa razão essas fêmeas devem ser submetidas a um regime de “zero estresse”, ou seja, tentar evitar nesse momento falta água, por menor que seja o período, troca de ração, transporte, intensa movimentação próximo ao local onde estejam, entre outros.
O acompanhamento médico veterinário deve ser mensal, através de exames clínicos e ginecológicos, principalmente através da ultrassonografia com o objetivo de monitorar essa gestação. Esse exame é importante, pois poderá detectar uma morte embrionária, que é considerada até 40 dias de gestação ou mesmo um aborto que ocorre após essa data. Atualmente a incidência detectada de morte embrionária entre 12 e 40 dias de prenhez esta´ na ordem de 10 a 15% para éguas jovens e de 20 a 30% para éguas idosas (mais de 21 anos).
Quanto ao manejo profilático nesse grupo de éguas gestantes, é fundamental salientar a importância do controle de ecto e endoparasitas, porém para isso é de extrema necessidade a consulta de um médico veterinário especialista para o uso de produtos no período correto e que não sejam prejudiciais a gestação, pois muitos podem causar aborto. Quanto à vacinação, antes de se tornarem gestantes, as éguas devem estar protegidas contra a raiva. Durante a gestação recomenda-se a vacinação contra o vírus do aborto equino (herpesvírus) seguindo o protocolo que é ao quinto, sétimo e nono mês de gestação. E um mês antes da previsão do parto, as éguas devem ser vacinadas contra influenza, encefalomielite e tétano.
O período de gestação nos equinos é de 11 meses, mais precisamente 330-340 dias a contar-se da ovulação da égua, podendo antecipar ou atrasar por alguns dias. Geralmente éguas de primeira cria tendem a antecipar essa data. Chegando próximo de um mês antes do parto, é aconselhável que essas éguas sejam alocadas em piquetes-maternidades, que tenham passado por um vazio sanitário para evitar algum tipo de contaminação, e que esse, seja alternado de ano para ano. Outra opção é o parto em cocheiras, onde da mesma forma essa deve estar desinfetada para receber essa gestante. O tamanho padrão de baia para o parto é de 4 x 4 metros.
Então se mantemos a égua em um regime de estresse zero, isso incluir não deixa faltar água mesmo que seja por períodos pequenos ,troca de ração ,transporte e muita movimentação podemos minimizar os problema durante a gestação assim chegando ao final da gestação com nascimento de potros saudáveis.
Fonte:
revista horse a informação do cavalo no Brasil.

Conteúdo útil!
ResponderExcluirEu aprendi muito lendo😊 muito bom material
ResponderExcluirÓtimo artigo, tirou algumas dúvidas...
ResponderExcluirque bacana, informação e a base do conhecimento.
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